Vol. 10 Núm. 3 (2018)

1 min

Estresse e desempenho em funções executivas em indivíduos diagnosticados com Esclerose Múltipla: uma revisão sistemática

Autores/as

  • Morgana Scheffer Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRGS
  • Fernanda Dal Cero Rebelo Universidade do Vale do Rio dos Sinos-UNISINOS
  • Gabriela Magalhâes Pereira Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Rosa Maria Martins De Almeida Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRGS
Publicación:
31/12/2018

Cómo citar

Scheffer, M., Rebelo, F. D. C., Magalhâes Pereira, G., & De Almeida, R. M. M. (2018). Estresse e desempenho em funções executivas em indivíduos diagnosticados com Esclerose Múltipla: uma revisão sistemática. Neuropsicología Latinoamericana, 10(3). Recuperado a partir de https://www.neuropsicolatina.org/index.php/Neuropsicologia_Latinoamericana/article/view/425


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Resumen (ES)

Resumen

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença desmielinizante, inflamatória que acomete o Sistema Nervoso Central (SNC). Na EM ocorre uma desregulação da ativação do eixo HPA, onde, altos níveis de cortisol podem causar um impacto significante no desempenho das Funções Executivas (FEs). O objetivo deste estudo foi verificar se o estresse estava relacionado ao desempenho nas FEs em indivíduos diagnosticados com EM. Foi realizada uma busca de artigos em bases de dados científicas tais como: Web of Science; PubMed; PsycInfo; e BIREME entre o período de 2007 a 2018 por meio dos termos: multiple sclerosis AND stress AND executive functions. Trinta e cinco artigos foram encontrados, sendo que destes, 11 foram inseridos no presente estudo. A maioria dos estudos incluídos utilizaram medidas subjetivas para avaliação do estresse, como instrumentos de autorrelato e medidas de gerenciamento do estresse. Foram encontradosestudos que observaram a relação indireta do estresse através de múltiplas intervenções como a prática de exercícios físicos e aspectos comportamentais desadaptativos. Concluiu-se que há uma relação entre estresse e desempenho nas FEs em indivíduos diagnosticados com EM, principalmente, com o estresse percebido medido através de escalas de autorrelato. Ressalta-se a importância de desenvolver estudos acerca da relação entre as FEs e o estresse na EM com amostras mais homogêneas, a fim de observar a possível influência de características intrínsecas da doença, bem como, diferentes formas e níveis de incapacidades que ocorrem na EM. Palavras-chave: Doença desmielinizante, estresse, cognição, funções executivas, esclerose múltipla.

Biografía del autor/a

Morgana Scheffer, Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRGS

Doutoranda em psicologia-PPG Psicologia do desenvolvimento

Fernanda Dal Cero Rebelo, Universidade do Vale do Rio dos Sinos-UNISINOS

Graduanda em Psicologia

Rosa Maria Martins De Almeida, Universidade Federal do Rio Grande do Sul-UFRGS

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